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"Nenhuma de nós vivenciou ou presenciou comportamentos inadequados nas interacções que tivemos, incluindo em contextos de trabalho com várias mulheres na equipa nos quais o ambiente se manteve profissional e respeitador", pode ler-se na carta, citada pelo Público.
No documento, as mulheres explicam que foram sempre tratadas com respeito, profissionalismo e consideração durante o tempo que trabalharam com o agora candidato presidencial.
"O objectivo deste texto é apenas acrescentar ao espaço público um testemunho honesto e colectivo sobre aquilo que conhecemos em primeira mão", frisam.
Reforçam ainda que as afirmações contra Cotrim Figueiredo "colocam em causa a integridade e a reputação de uma pessoa", o que "contribui para um clima de suspeição que não serve a verdade".
De recordar que o candidato à Presidência da República João Cotrim de Figueiredo rejeitou esta segunda-feira as acusações de assédio sexual feitas por uma antiga assessora, garantindo que são “absolutamente e completamente falsas” e anunciando que irá avançar com um processo judicial por difamação.
Em declarações aos jornalistas, na Covilhã, o candidato apoiado pelo Iniciativa Liberal afirmou que “é absolutamente e completamente falso o que essa senhora pôs a circular” nas redes sociais, assegurando que não ficará “amedrontado” e que irá até ao fim “para apurar quem pôs isto a circular e porque é que mente desta forma descarada”.
A antiga assessora, Inês Bichão, publicou um texto na rede social Instagram onde acusa João Cotrim de Figueiredo de assédio sexual.
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