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O acórdão do Tribunal da Relação, datado de 14 de janeiro, rejeitou o recurso de Vicente Fernandes, mantendo a sentença do Tribunal Local de Pequena Criminalidade de Lisboa, segundo a CNN Portugal, citando a Lusa. O jovem, de 19 anos à altura dos factos, tinha sido condenado em março de 2025 por dois crimes de dano, relacionados com a tinta lançada sobre Luís Montenegro e sobre a roupa de uma fotógrafa presente no local.
O TRL sublinhou que o tribunal de primeira instância “fez um exame crítico das provas, conjugando todos os meios de prova produzidos”, explicando “o raciocínio lógico em que alicerçou a sua convicção”. Relativamente aos depoimentos do arguido e de uma testemunha citada no recurso, o TRL considerou que não mereciam credibilidade, apontando “incongruências e falta de consistência” que impossibilitaram a formulação de um juízo seguro.
O tribunal de recurso concluiu que a argumentação de Vicente Fernandes “não é de todo eficiente para produzir qualquer alteração da matéria de facto” e confirmou ainda a obrigação do jovem de pagar uma taxa de justiça de 408 euros.
O caso remonta a 2024, quando Fernandes lançou tinta verde durante um protesto, provocando danos na roupa de Luís Montenegro, então candidato a primeiro-ministro, e numa fotógrafa do CDS. O tribunal absolveu o ativista de um terceiro crime relacionado com o vestuário de um polícia.
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