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Já no Cávado, Barcelos, encontram-se 84 bombeiros e 30 viaturas. Mais de 60 operacionais participam no combate aos fogos em Moimenta, com a ajuda de 22 meios terrestres. Em Vermoim, Vila Nova de Famalicão, estão 56 operacionais e 18 viaturas.
Entretanto, um novo incêndio deflagrou cerca das 14h00 na zona de Setúbal e está a progredir em direção a habitações na Estrada do Vale da Rosa e a um parque automóvel com centenas de viaturas estacionadas, segundo o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Península de Setúbal.
Os bombeiros iniciaram a evacuação de algumas habitações na zona do Vale da Rosa. Pelas 21h30, o combate às chamas mobilizava 267 operacionais, apoiados por 82 veículos.De acordo com a Proteção Civil, o incêndio terá começado numa viatura que se incendiou, tendo depois alastrado a uma área de mato.
Um ponto de situação das autoridades no local, avançado pela SIC Notícias, dá ainda conta de oito feridos ligeiros neste incêndio. Sete dos feridos são bombeiros e registaram-se por exaustão, o oitavo é um civil e foi registado por inalação de fumos.
Mais de 100 operacionais e sete meios aéreos combatem um incêndio florestal no concelho de Arouca, distrito de Aveiro, disse à agência Lusa fonte da Proteção Civil.
O alerta para o incêndio, que deflagrou numa zona de povoamento florestal, na freguesia de São Miguel do Mato, em Arouca, foi dado às 17h25. Estão cerca de 100 operacionais.
O incêndio em Vilela, concelho de Póvoa de Lanhoso, entrou em fase rescaldo às 19h00, revelou à Lusa o adjunto do comando, João Cruz, que destacou o facto de a intensidade do vento ter diminuído: “as duas frentes de incêndio, ainda que em momentos diferentes, entraram em fase de rescaldo". Todavia, alertou o oficial dos Bombeiros da Póvoa de Lanhoso, “há ainda muito trabalho pela frente devido à carga térmica e geografia do local”.A Estrada Nacional 310 entretanto foi reaberta.
Quase todo o território de Portugal continental enfrenta hoje perigo máximo ou muito elevado de incêndio, com exceção de meia dúzia de municípios do litoral, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
O perigo máximo abrange praticamente todo o interior Norte e Centro, bem como dezenas de concelhos dos distritos de Faro, Beja, Leiria, Coimbra, Aveiro e Porto.
Já o nível muito elevado estende-se a quase todo o Alentejo e a mais de 60 concelhos dos distritos de Faro, Lisboa, Setúbal, Leiria, Santarém, Coimbra, Aveiro, Porto, Braga, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu.
O IPMA colocou ainda oito concelhos dos distritos de Faro, Setúbal e Aveiro sob perigo elevado de incêndio, um dia depois de o Governo ter declarado a situação de alerta devido às altas temperaturas previstas até segunda-feira e de ter emitido despachos de exceção que proíbem a utilização de maquinaria em atividades agrícolas.
Também a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) elevou, na quarta-feira, o estado de prontidão especial para o nível III (intermédio/alto), perante o previsível "agravamento muito significativo" do perigo de incêndios rurais.
O dispositivo de combate a incêndios rurais foi igualmente reforçado para a sua capacidade máxima, numa altura em que a área ardida e o número de incêndios duplicaram face ao mesmo período de 2025.
*Artigo atualizado às 21h25*
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