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A ENSE esclareceu, em resposta à agência Lusa, que as importações portuguesas não dependem do estreito de Ormuz, fechado pelo Irão, nas quantidades de mercadorias adquiridas e transportadas para o território nacional. Pelo estreito são normalmente transportados gás natural e petróleo, mas Portugal não está exposto diretamente a essa rota.
“Não há razão para alarme neste momento”, sublinhou a ENSE. A entidade recomenda apenas monitorização atenta a curto prazo e uma avaliação conjunta ao nível europeu, garantindo que qualquer intervenção seja articulada em coordenação com os parceiros da União Europeia.
Sobre o impacto no preço do petróleo, o ministro da Economia, Manuel Castro Almeida, admitiu que o aumento não é positivo, mas recordou que Portugal já está melhor preparado do que no passado.
“70% da eletricidade consumida em Portugal vem de fontes renováveis, o que torna o país menos dependente do petróleo e oferece uma vantagem competitiva”, afirmou. O governante assegurou que o executivo estará sempre atento e tomará medidas necessárias para garantir o funcionamento da economia e o equilíbrio das finanças públicas.
O contexto internacional pesa: Israel e Estados Unidos lançaram um ataque militar contra o Irão para “eliminar ameaças iminentes” do regime iraniano, ao qual Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas e alvos israelitas. Segundo o Crescente Vermelho iraniano, os confrontos já causaram 787 mortos, incluindo seis militares dos Estados Unidos confirmados pelo Pentágono.
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