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Para além disso, no comunicado, o MNE recomenda que os cidadãos "mantenham os seus contactos atualizados, a fim de garantir uma comunicação eficaz e atempada com os serviços consulares portugueses sempre que se revele necessário".
Em relação a planos de contingência, que o Estado português tem sempre preparado para as diferentes situações, "são matéria naturalmente reservada.", afirma o comunicado.
Para facilitar a comunicação foram facultados os canais de urgência para a Comunidade Portuguesa residente na Venezuela: Consulado-Geral de Portugal em Caracas (+58)414-466 53 50 /
cgcaracas@mne.pt; Consulado-Geral de Portugal em Valência (+58)412-0405565 / (+58)414-484 35 41 valencia@mne.pt; Gabinete de Emergência Consular (GEC) Linha de emergência consular: (+351) 217 929 714 / (+351) 961 706 472 / gec@mne.pt
Advertindo que a "utilização destes contactos destina-se exclusivamente a situações de
comprovada urgência, de modo a garantir uma resposta eficaz e atempada dos serviços consulares.
Para outras questões, como pedidos de informação ou agendamento de serviços, devem ser utilizados os canais habituais de atendimento consular".
Para facilitar o contacto com os cidadãos residentes nas suas áreas de jurisdição, os Consulados-Gerais de Portugal em Caracas e Valência dispõem também de canais oficiais no WhatsApp, através das seguintes ligações: Consulado-Geral de Portugal em Caracas e Consulado-Geral de Portugal em Valência
Na segunda-feira, Paulo Rangel, ministro dos Negócios Estrangeiros, já tinha afirmado que o Governo está atento à situação na Venezuela, mas garantiu que, de momento, não existe qualquer motivo de alarme.
A Venezuela tem uma larga comunidade portuguesa e de lusodescendentes. Em 2019, viviam no país cerca de 300 mil pessoas.
A relação entre os EUA e a Venezuela tem estado em crescente tensão. Ontem, o presidente norte-americano escreveu na rede Truth Social que o espaço aéreo sobre e em redor do país sul-americano “deve ser considerado encerrado na sua totalidade”.
Em resposta, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, respondeu que a ação dos EUA é uma “agressão extravagante, ilegal e injustificada contra o povo venezuelano”.
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