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Os sete polícias foram detidos na passada quarta-feira, 4 de março, suspeitos de co-autoria em crimes de tortura a pessoas levadas para o interior da esquadra do Rato. Tratava-se de um segundo processo sobre os mesmos acontecimentos, depois de, no primeiro, outros dois polícias já terem ficado em prisão preventiva.
No comunicado oficial da PSP e do Ministério Público, foi explicado que os sete agentes são suspeitos de crimes graves, incluindo tortura consumada e tentada, violação, abuso de poder, detenção de arma proibida e ofensas à integridade física graves e qualificadas. A Juiz de Instrução Criminal aplicou-lhes a medida de prisão preventiva, fundamentada no perigo de continuação da atividade criminosa e na proteção da prova.
O comunicado sublinha que o inquérito está sujeito a segredo de justiça e que a PSP continuará a colaborar com as autoridades judiciais competentes. Foram abertos sete processos disciplinares internos no Comando Metropolitano de Lisboa.
A PSP reforça que repudia qualquer conduta que viole direitos, liberdades e garantias dos cidadãos e que, internamente, fará tudo para impedir situações desviantes. "A atuação da PSP baseia-se em valores como legalidade, imparcialidade, proporcionalidade e respeito pelos direitos humanos", assegurando que comportamentos como os agora investigados sejam exceção e não se repitam no futuro.
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