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Ainda antes da primeira ação formal, António José Seguro foi abordado por manifestantes que pediam a reabertura de um troço da Nacional 2. O chefe de Estado assumiu o compromisso de levar a reivindicação ao Governo e às Infraestruturas de Portugal, sublinhando que, embora a decisão não dependa diretamente dele, cabe-lhe “dar voz a uma reivindicação que é justa”. O tema será discutido na reunião semanal com o primeiro-ministro.
A escolha de Pedrógão Pequeno como primeiro ponto da agenda pretendeu “valorizar a importância da economia nestes territórios”, explicou o presidente. Seguro sublinhou que estas Presidências Abertas têm um “duplo sentido”: verificar atrasos na recuperação e acompanhar os processos já em fase final.
“Venho ouvir para depois falar. O que correu bem, o que correu mal. Os apoios que estão a chegar e os que estão a tardar”, afirmou.
Sem responsabilizar exclusivamente o Governo liderado por Luís Montenegro, o presidente defendeu que a responsabilidade é do Estado no seu conjunto, mas prometeu exercer pressão para acelerar os apoios e estimular a recuperação das zonas afetadas.
No plano de prevenção, Seguro anunciou a realização de uma reunião com especialistas, na próxima semana, em Belém, com o objetivo de avaliar falhas na resposta e evitar que os mesmos erros se repitam no futuro.
O presidente deixou ainda um apelo aos portugueses: considerar passar férias ou um fim de semana na região, uma forma de solidariedade que ajuda a revitalizar os territórios afetados.
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