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Perante a repetição do julgamento, o CM avança que os familiares das vítimas estão em choque com a notícia.

O Supremo Tribunal de Justiça considerou hoje que existiu uma alteração da qualificação jurídica durante o julgamento na primeira instância, que não foi comunicada previamente ao arguido para este poder exercer o seu direito ao contraditório, como a lei impõe.

Assim, considerou-se que existe uma causa de nulidade do acórdão recorrido e ordenou a reabertura da audiência, revelou o CM Jornal.

"O arguido começou por ser acusado como inimputável tendo sido pedida a aplicação de uma medida de segurança. Efetuado o julgamento veio a ser condenado como imputável na pena de 25 anos de prisão. O Ministério Público e os assistentes recorreram desta decisão diretamente para o STJ, que agora decidiu que a audiência deve ser reaberta".

Abdul Bashir residia em Odivelas com os seus três filhos, isto depois de chegar da Grécia, de um centro de refugiados. Foi aí também que acabou por perder a mulher, na sequência de um incêndio. Dois anos depois Bashir estava numa aula de português no Centro Ismaili, e de um momento para o outro acabou por retirar uma faca da mala e atacou três pessoas, duas delas de forma fatal.

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