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Segundo o Politico, Peter Kyle classificou o gesto como "totalmente inapropriado" e elogiou a "dignidade" da seleção inglesa, contrastando-a com o comportamento argentino.

O pedido foi reforçado pela porta-voz do primeiro-ministro Keir Starmer, que declarou que, mesmo sem o Mundial, as Ilhas Falkland (Malvinas) são britânicas. Já Ed Davey, líder dos Liberais Democratas, defendeu que os jogadores envolvidos deveriam ser impedidos de jogar a final de domingo.

O artigo recorda que Londres e Buenos Aires travaram uma guerra pelo arquipélago em 1982, e que, apesar de administrado pelo Reino Unido, continua reivindicado pela Argentina. O jogo foi visto por muitos argentinos como uma forma simbólica de "vencer" essa disputa histórica, tendo a vice-presidente Victoria Villarruel chamado aos ingleses "invasores" antes do encontro.

O regulamento da FIFA proíbe gestos políticos nos estádios, incluindo bandeiras ou faixas de teor político. Entre os jogadores que seguraram a faixa estavam nomes de clubes ingleses de topo, como Lisandro Martínez (Manchester United), Alexis Mac Allister (Liverpool) e Cristian Romero (Tottenham).

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