Dados agora divulgados pelo Jornal de Notícias apontam para um aumento de 47% no número de queixas entre 2023 e 2024, com destaque para empresas como a FlixBus, a Rede Expressos e a Rodoviária do Oeste.

O documento elaborado pela AMT, que monitoriza o cumprimento dos direitos dos passageiros no setor, identifica como principais motivos de insatisfação a não prestação do serviço contratado e as dificuldades no reembolso de bilhetes não utilizados. Estes problemas têm originado um fluxo crescente de queixas no Portal da Queixa, plataforma frequentemente utilizada pelos consumidores para expor experiências negativas com operadores de transporte.

Passageiros entrevistados no Terminal Intermodal de Campanhã, no Porto, relataram várias deficiências no serviço prestado, desde paragens não previstas ao longo dos percursos até condições de conforto aquém do anunciado, como casas de banho habitualmente fechadas, falta de acesso à internet a bordo e ausência de tomadas elétricas.

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