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No que diz respeito ao número de crimes de furto por carteirista, a PSP registou "3.027 ocorrências no primeiro semestre do presente ano, o que equivale a uma média de cerca de 17 cidadãos a praticar este crime por dia".
"À semelhança do número de identificações, também o número de ocorrências registadas pela prática deste crime representa uma ligeira diminuição, face ao número de registos do período homólogo de 2024", é explicado.
"Apesar do incremento da presença, visibilidade e resposta policial da PSP em zonas de grande aglomeração de pessoas, em ambientes de maior concentração de pessoas, como zonas comerciais, turísticas e em interfaces de transportes públicos, continua a ser provável a existência de condições para a ocorrência de determinadas tipologias criminais, com especial destaque para os crimes contra o património, designadamente o furto por carteirista", diz esta força policial.
De recordar que, "com o intuito de reforçar o combate a este fenómeno, em 2018 foi criada uma equipa formada por polícias pertencentes à estrutura de investigação criminal, especializados em crimes contra o património. Este investimento da PSP, tem permitido aumentar consideravelmente, ao longo dos últimos anos, o número de interceções em flagrante delito de suspeitos da prática deste crime, através de uma maior capacitação dos polícias e de um crescente conhecimento acerca de determinados grupos criminosos itinerantes que se dedicam à prática deste crime no nosso país".
A PSP garante que "continuará empenhada na prevenção e reação a todo o tipo de crimes contra o património, nomeadamente o furto por carteirista".
Como prevenir?
A PSP deixa alguns conselhos para que os cidadãos não sejam alvo de carteiristas:
- Guardar os pertences e objetos de valor em bolsos interiores;
- Não transportar objetos, como o telemóvel e/ou carteira, em bolsos traseiros ou visíveis;
- Não transportar grandes quantias de dinheiro e/ou objetos valiosos;
- Ter malas e mochilas sempre fechadas e junto ao corpo;
- Preferencialmente, transportar as mochilas na parte da frente do corpo e não nas costas, especialmente se circular em transportes públicos ou em zonas de grande aglomeração de pessoas;
- Reforçar a segurança das malas/mochilas utilizando um cadeado de pequenas dimensões ou um simples clipe.
"A PSP apela ainda à denúncia de todos os crimes de que se tenha conhecimento, quer na condição de vítima ou testemunha, e relembra que quanto mais célere for esta denúncia, mais depressa serão efetuadas diligências para se chegar à identificação do(s) autor(es) do(s) crime(s)", lê-se ainda no comunicado.
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