"A campanha foi longa, não foi por falta de oportunidades que os candidatos não conseguiram afirmar as suas ideias", afirmou o líder do Governo.
Luís Montenegro destacou a importância da Presidência da República como um "elemento chave do equilíbrio social do país, do equilíbrio político, da capacidade de entendimento" e sublinhou ainda o papel do chefe de Estado na projeção internacional de Portugal. "É uma escolha que diz muito daquilo que podem ser os próximos anos de Portugal", afirmou.
O primeiro-ministro acrescentou que, embora o Presidente da República não seja um "condutor da política externa", é, ainda assim, um "elemento preponderante da nossa identidade e da nossa afirmação no mundo".
Montenegro apelou aos portugueses para que não deleguem a escolha do "mais alto magistrado da nação". "Os portugueses não devem delegar a possibilidade de escolherem o mais alto magistrado da nação", afirmou.
Questionado sobre a possibilidade de segunda volta, o primeiro-ministro admitiu que é um cenário provável. "Provavelmente vamos encontrar-nos daqui a três semanas numa segunda volta", notou.
Comentários