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A alteração constitucional foi aprovada pelo Parlamento por iniciativa do partido Tisza, do primeiro-ministro Péter Magyar, que detém a maioria parlamentar e defendeu a saída de Sulyok, considerado um aliado do antigo primeiro-ministro Viktor Orbán, afastado do poder em abril, após 16 anos no cargo.
Sulyok dispunha de cinco dias para promulgar a alteração ou enfrentar uma prolongada crise constitucional e um processo de destituição, segundo a BBC. No sábado, confirmou a promulgação da lei, mas acusou o Governo de Péter Magyar de violar o Estado de direito.
A alteração constitucional determina também a saída do presidente do Tribunal Constitucional, Péter Polt, afasta os juízes daquele tribunal com mais de 70 anos e impede que deputados que tenham cumprido três mandatos parlamentares se recandidatem, medida que abrange mais de metade dos atuais deputados do Fidesz.
O Governo de Péter Magyar considera que Sulyok era próximo do anterior executivo e, desde a vitória eleitoral de abril, tem promovido um conjunto de alterações constitucionais.
Viktor Orbán classificou a alteração como um ato de tirania e apelou à realização de protestos.
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