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De acordo com os dados divulgados, o cabaz custa mais 11,61 euros do que no início de 2026, aproximando-se de uma subida acumulada de quase 12 euros desde a primeira semana do ano. Só na última semana, entre 4 e 11 de fevereiro, registou-se um aumento de 34 cêntimos (0,13%).
Há um ano, os consumidores pagavam menos 12,04 euros pelo mesmo conjunto de bens, o que corresponde a menos 4,99%. Comparando com há quatro anos, o cabaz era mais barato em 65,73 euros.
Entre os produtos que mais subiram na última semana destacam-se a curgete, com um aumento de 29% (para 3,69 euros), o café torrado moído, que subiu 19% (para 5,28 euros), e a massa espirais, com uma subida de 16% (para 1,35 euros).
Desde o início do ano, a curgete lidera as subidas, com um aumento de 96%, seguida do peixe-espada preto (23%) e da dourada (21%).
Em comparação com o mesmo período do ano passado, os maiores aumentos percentuais verificaram-se na curgete (70%), no café torrado moído (51%) e no robalo (33%).
Desde que a análise começou, a 5 de janeiro de 2022, os produtos com maior subida acumulada foram a carne de novilho para cozer (119%), os ovos (86%) e o café torrado moído (76%). Há quatro anos, estes produtos custavam 5,82 euros por quilo, 1,14 euros e 2,99 euros, respetivamente.
O cabaz alimentar inclui produtos de categorias como carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe, abrangendo itens como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga, entre outros.
As simulações de preços podem ser consultadas aqui.
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