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Quatro anos depois do início da Guerra da Ucrânia, os bens alimentares essenciais já subiram 69,56 euros, um aumento de 37,88% face aos 183,63 euros necessários na primeira semana de medição. Desde o início de 2026, o cabaz já registou um acréscimo de 11,36 euros, equivalente a 4,7%.

Entre os produtos que mais subiram de preço nas últimas semanas destacam-se os flocos de cereais (21% para 2,85 euros por quilo), o peru perna (16% para 5,88 euros) e a couve-coração (12% para 1,77 euros). Comparando com o início do ano, a curgete é o produto que mais valorizou, com um aumento de 61%, seguida do peixe-espada-preto (32%) e da dourada (22%). Face ao mesmo período de 2025, a curgete subiu 52%, a couve-coração 42% e o robalo 37%.

Desde o início da monitorização da DECO PROteste, a 5 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais registaram-se na carne de novilho para cozer (121%, para 12,85 euros/kg), nos ovos (86%, para 2,12 euros/kg) e na couve-coração (78%, para 1,77 euros/kg).

O cabaz inclui produtos de várias categorias: carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe, com itens como frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.

Simulações de preços podem ser consultadas através do site da DECO PROteste.

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