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Segundo a análise semanal da DECO PROteste, entre 5 e 12 de agosto, o preço do cabaz alimentar essencial registou uma ligeira redução, fixando-se nos 252,07 euros.

A evolução representa um aumento de 10,24 euros desde o início do ano, quando os consumidores gastavam menos 4,23% para comprar os mesmos 63 produtos. Face ao mesmo período de 2025, o cabaz está agora 7,77 euros mais caro, o equivalente a uma subida de 3,18%.

A diferença é ainda mais expressiva quando comparada com o início da análise da DECO PROteste, em 5 de janeiro de 2022. Nessa altura, era possível comprar o mesmo cabaz por menos 64,37 euros, uma diferença de 34,29%.

Douradinhos, couve-coração e flocos de cereais com maiores aumentos semanais

Na última semana, os douradinhos de peixe foram o produto que registou a maior subida percentual, com um aumento de 13%, passando a custar 6,02 euros.

Seguiram-se a couve-coração, cujo preço aumentou 12%, para 1,94 euros, e os flocos de cereais, que ficaram 11% mais caros, atingindo os 2,68 euros.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, os maiores aumentos percentuais verificam-se no bacalhau graúdo, na couve-coração e no robalo.

O preço do bacalhau graúdo aumentou 25%, para 19,48 euros por quilograma, enquanto a couve-coração registou também uma subida de 25%, para 1,94 euros por quilograma. Já o robalo ficou 21% mais caro, com um preço atual de 10,16 euros por quilograma.

Desde que a DECO PROteste iniciou a análise do cabaz alimentar, a carne de novilho para cozer é o produto que apresenta a maior subida percentual. O preço aumentou 121%, para 12,89 euros por quilograma.

A couve-coração surge em segundo lugar, com uma subida de 95%, para 1,94 euros, enquanto o bacalhau graúdo registou um aumento de 84%, passando a custar 19,48 euros por quilograma.

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