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O cabaz alimentar de produtos essenciais monitorizado pela DECO PROteste passou a custar 256,46€ na semana de 15 de julho, menos 25 cêntimos do que na semana anterior.

Apesar desta ligeira descida semanal, o custo do cabaz composto por 63 produtos continua acima dos valores registados no início do ano. Segundo a DECO PROteste, os consumidores pagam atualmente mais 14,64€ pelo mesmo conjunto de produtos, o que corresponde a um aumento de 6,05%.

Em comparação com o mesmo período de 2025, o cabaz está também mais caro, custando mais 10,67€, uma subida de 4,34%. Face ao início de 2022, quando a organização começou a monitorizar estes preços, a diferença é de 68,76€, o equivalente a um aumento de 36,63%.

Entre 8 e 15 de julho, os produtos que registaram os maiores aumentos percentuais foram os flocos de cereais, cujo preço subiu 13%, para 2,76€, a massa esparguete, com uma subida de 10%, para 1,17€, e o arroz agulha, que aumentou 6%, passando a custar 1,64€.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, a couve-coração foi o produto com a maior subida percentual de preço, ao aumentar 24%, custando atualmente 1,76€. Seguem-se o bacalhau graúdo, que subiu 21%, para 19,45€/kg, e o robalo, também com um aumento de 21%, atingiu os 10,30€/kg.

Desde o início da monitorização, a 5 de janeiro de 2022, a carne de novilho para cozer é o produto que apresenta a maior subida percentual de preço, com um aumento de 126%, para 13,13€/kg. O bacalhau graúdo acumula uma valorização de 84% e os ovos registam uma subida de 82%, passando a custar 2,07€.

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