Falando aos jornalistas no Aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa, o governante explicou que estão a ser analisadas várias soluções para retirar portugueses da região. “Estamos a ponderar todas as formas de podermos ajudar. Poderá ser através de um outro voo que vamos pôr a hipótese de organizar, ou através de um voo de um país europeu”, afirmou.
Segundo Emídio Sousa, durante a manhã os serviços consulares vão contactar os cidadãos que se encontram na região para perceber quantos pretendem regressar a Portugal. A Força Aérea Portuguesa já está, entretanto, a preparar um eventual voo de evacuação, caso a operação avance.
A possibilidade surge depois de um avião militar ter aterrado esta sexta-feira em Lisboa com 39 passageiros, incluindo 24 portugueses e 15 cidadãos estrangeiros, provenientes de Mascate, capital de Omã, no âmbito de uma operação de repatriamento organizada pelas autoridades portuguesas.
O secretário de Estado admitiu, no entanto, que deslocações para Riade podem envolver riscos, sublinhando que o encerramento do espaço aéreo em vários pontos da região complica as operações de retirada. Em alguns casos, os cidadãos terão de deslocar-se por terra até locais considerados mais seguros para poderem embarcar.
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