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A ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, anunciou, este sábado, que Portugal vai entrar em situação de alerta às 0h00 horas de domingo, prolongando-se até às 23h59 horas de quinta-feira, 7 de agosto. Mas afinal o que é que isso significa?

No âmbito da Declaração da Situação de Alerta, prevista na Lei de Bases de Proteção Civil, serão implementadas várias medidas de caráter excecional.

É proibido:

  • Acesso e circulação proibidos em zonas florestais definidas nos planos municipais:

  • Proibidas queimadas e queimas de sobrantes agrícolas (mesmo as já autorizadas);

  • Interditos trabalhos com máquinas nos espaços florestais e rurais (ex: motorroçadoras, corta-matos);

  • Fogo de artifício proibido, independentemente do tipo ou da licença.

Quais as exceções?

Algumas atividades só são permitidas se forem essenciais e feitas com precauções:

  • Alimentação e tratamento de animais;

  • Colheitas, podas e regas em zonas agrícolas sem risco;

  • Extração manual de cortiça ou mel (sem fumos ou calor);

  • Colheitas com máquinas e trabalhos florestais entre o pôr do sol e as 11h, desde que haja aviso prévio à Proteção Civil.

Reforço de meios e operações

  • GNR e PSP com mais patrulhas e operações de fiscalização (inclusive aérea);

  • Férias e folgas suspensas para operacionais de segurança e socorro;

  • Equipas de emergência médica, apoio social e Sapadores Florestais em alerta máximo;

  • Vigilância reforçada por Forças Armadas e vigilantes do ICNF;

  • Operadoras de energia e comunicações com equipas de prontidão.

Apoio aos bombeiros voluntários

  • Trabalhadores que também são bombeiros voluntários podem ser dispensados do trabalho (exceto militares, polícias e profissionais de emergência).

Informação à população

  • A Proteção Civil emitirá avisos sobre o perigo de incêndio durante todo o período.