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O cortejo fúnebre deixou o local ao som do hino do Benfica e com aplausos, reunindo centenas de personalidades da cultura e da política, incluindo o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
Nas palavras do chefe de Estado, Lobo Antunes foi um “símbolo maior da identidade” de Portugal, “um criador de palavras” e “um mestre da portugalidade não serôdia”. Marcelo garantiu: “Portugal nunca o esquecerá”.
A missa contou com discursos emocionados da família, incluindo três filhas, um dos irmãos e dois netos, que partilharam memórias pessoais do escritor. “Ninguém dizia versos como o António”, recordou um dos irmãos. A pedido do próprio Lobo Antunes, no final da celebração foi declamado o poema “Na Mão de Deus”, de Antero de Quental.
Na homilia, D. Alexandre Palma, bispo auxiliar de Lisboa, evocou a memória e o espanto como “dispositivos da vida cristã”, presentes na vida e obra do autor de Os Cus de Judas e Memória de Elefante. O bispo sublinhou o impacto do escritor na compreensão da guerra colonial e na transformação de Portugal: “Ajudou uma geração e um País a redimir a sua memória”.
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