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O terceiro dos cinco filhos de Jair Bolsonaro encontrava-se afastado das funções na corporação para exercer o mandato de deputado federal. No entanto, a Câmara dos Deputados declarou a perda do seu mandato, por ter faltado a mais de um terço das sessões. Eduardo Bolsonaro acumulou 59 faltas sem justificação desde que se mudou para os EUA em março do ano passado, alegando perseguição política e judicial no Brasil.
A resolução, assinada pelo diretor interino de Gestão de Pessoas da Polícia Federal, Licínio Nunes de Moraes Netto, estabelece a cessação da licença para exercício de mandato eletivo a partir de 19 de dezembro de 2025 e determina o retorno imediato ao cargo efetivo no local de origem. Segundo o documento, a medida tem fins “exclusivamente declaratórios e de regularização da situação funcional”, mas alerta que a ausência injustificada poderá gerar sanções administrativas e disciplinares.
Eduardo Bolsonaro ingressou na Polícia Federal em 2010 como escrivão e afastou-se do cargo enquanto exercia o mandato parlamentar. Durante a sua estadia nos EUA, tentou convencer o Governo norte-americano a aplicar sanções contra o Brasil, em defesa do pai, o que resultou numa acusaçāo no Supremo Tribunal Federal por tentativa de coação à Justiça, no âmbito de uma investigação relacionada com o julgamento do ex-presidente.
Apesar de o governo de Donald Trump ter imposto inicialmente tarifas de 50% sobre importações brasileiras, alegando perseguição judicial e política contra Jair Bolsonaro, a maioria das sanções foi recentemente revogada pelos Estados Unidos.
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