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Milhares de manifestantes saíram à rua, no sábado, na cidade do norte de Itália, uma das anfitriãs dos Jogos Olímpicos de Inverno. A maioria do protesto decorreu de forma pacífica, mas registaram-se confrontos quando alguns participantes lançaram pedras e fogo-de-artifício contra as forças de segurança. A polícia respondeu com canhões de água, segundo a BBC.
As autoridades confirmaram a detenção de seis pessoas na sequência dos incidentes. Os confrontos ocorreram apenas uma semana depois de uma outra manifestação, em Turim, ter terminado com mais de 100 agentes feridos, de acordo com números do governo italiano.
Na sequência desses acontecimentos, o executivo endureceu a legislação sobre protestos. As novas medidas foram aprovadas de forma acelerada depois da violência registada em Turim, onde uma manifestação convocada em resposta ao despejo de um centro social informal começou de forma pacífica, mas degenerou em confrontos com a polícia. Mais de 30 pessoas foram detidas nesse protesto.
Comentando os acontecimentos em Milão, Giorgia Meloni afirmou que os manifestantes contra os Jogos Olímpicos eram “inimigos de Itália” e que tinham colocado imagens dos confrontos “nas televisões de metade do mundo”. A chefe do governo sublinhou que, ao mesmo tempo, milhares de outros italianos estavam a trabalhar para garantir o sucesso da competição.
A primeira-ministra referiu ainda que os protestos ocorreram depois de atos destinados a impedir o funcionamento da rede ferroviária, aludindo a cabos bloqueados para evitar a circulação de comboios.
Os Jogos Olímpicos de Inverno decorrem até 22 de fevereiro em vários locais, incluindo Milão, Cortina d’Ampezzo, Predazzo, Tesero, Livigno e Bormio.
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