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A investigação, conduzida pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção da PJ, surge após denúncias de que funcionários da casa mortuária recebiam pagamentos de diversas agências funerárias para prepararem os corpos mais rapidamente, permitindo que o levantamento fosse efetuado de forma célere.
Além da casa mortuária, foram realizadas 10 buscas domiciliárias. Durante as operações, que contaram com a presença de um juiz e de um magistrado do Ministério Público, foram apreendidos elementos probatórios considerados relevantes para o inquérito, que agora será analisado pelo DIAP de Lisboa.
A PJ refere que a investigação visa apurar a prática do crime de "recebimento ou oferta indevidos de vantagem", sendo que os elementos recolhidos deverão esclarecer o alcance das alegadas irregularidades.
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