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Pete Hegseth afirmou que Washington está determinado em “concluir a missão” no conflito com o Irão, garantindo que o país irá honrar os militares mortos na guerra.
No início da conferência de imprensa, Pete Hegseth revelou que esteve, juntamente com o presidente Donald Trump, na receção dos restos mortais de soldados norte-americanos mortos no conflito. Segundo o governante, as famílias pediram que os EUA não parem “até que o trabalho esteja concluído”.
“Claro que vamos terminar isto. Vamos honrar o seu sacrifício”, afirmou.
Dirigindo-se diretamente aos norte-americanos, o secretário da Defesa rejeitou a ideia de que o país esteja a caminhar para uma guerra prolongada. Pete Hegseth acusou os meios de comunicação de sugerirem um cenário de “abismo interminável” ou de “guerra sem fim”, garantindo que “nada poderia estar mais longe da verdade”.
O responsável respondeu ainda às críticas sobre a ausência de objetivos claros na intervenção militar, assegurando que a estratégia permanece “inalterada”, “no rumo certo” e “dentro do plano”. Entre as prioridades apontadas estão a destruição de lançadores de mísseis, da base industrial de defesa iraniana e da marinha do país, bem como impedir que Teerão desenvolva armas nucleares.
Comparando o regime iraniano ao Hamas, Pete Hegseth acusou Teerão de investir fortemente em túneis, mísseis e drones. Ainda assim, afirmou que as forças norte-americanas estão a neutralizar estas capacidades de forma “metódica, implacável e esmagadora”.
De acordo com o secretário da Defesa, os EUA já atingiram mais de 7.000 alvos no Irão, prevendo-se novos ataques de grande escala. “As nossas capacidades continuam a aumentar, enquanto as do Irão se degradam”, disse, acrescentando que as defesas aéreas iranianas foram “arrasadas”.
Pete Hegseth indicou também que os ataques com mísseis balísticos e drones contra forças norte-americanas diminuíram 90% desde o início do conflito. No plano naval, afirmou que pelo menos 120 embarcações iranianas foram destruídas ou danificadas, deixando a frota de superfície “sem relevância” e os submarinos “eliminados”.
O governante classificou ainda o regime iraniano como uma “ameaça direta” não apenas regional, mas também global, acusando-o de persistir nas ambições nucleares. Numa nota crítica, considerou que o “mundo, o Médio Oriente e até aliados europeus ingratos” deveriam agradecer ao presidente norte-americano pela atuação dos EUA no conflito.
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