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Em declarações aos jornalistas, Paulo Rangel sublinhou a necessidade de encontrar uma saída democrática para o impasse venezuelano, afastando qualquer cenário de regresso de Nicolás Maduro ao poder. “O que é fundamental agora é resolver este problema. Quando existe uma intervenção que necessita de uma revisão dessa intervenção, normalmente é para voltar à situação anterior. Neste caso, ninguém defende que Nicolás Maduro volte ao poder na Venezuela”, afirmou.
O chefe da diplomacia portuguesa destacou ainda a importância de uma resposta internacional coordenada, tendo em conta a expressiva comunidade portuguesa residente no país sul-americano. “Temos agora de trabalhar, especialmente tendo uma comunidade portuguesa tão grande, para construir uma solução que seja, efetivamente, democrática para a Venezuela”, defendeu.
Paulo Rangel acrescentou que Portugal deve articular esforços com os Estados Unidos para garantir uma transição estável. “Temos de trabalhar também com os EUA para que a solução política e governativa que venha a sair seja uma solução que traga estabilidade, segurança e um processo democrático”, afirmou, reforçando que “deveria ser Edmundo González a retomar as suas funções”.
As declarações do ministro surgem num momento de tensão política na Venezuela, em que a comunidade internacional discute os próximos passos para uma solução institucional e democrática para o país.
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