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A medida surge num contexto em que os preços dos bilhetes para o Mundial de 2026 têm sido alvo de críticas, com lugares para jogos da fase de grupos a serem revendidos por milhares de dólares na plataforma oficial da FIFA.
Segundo o acordo, os bilhetes com desconto integram a quota atribuída ao comité organizador regional, o que significa que a FIFA não perde diretamente com esta operação. Ainda assim, a organização terá manifestado reservas quanto ao precedente que esta decisão pode criar. O acordo não inclui a final do torneio, marcada para 19 de julho.
A iniciativa permite ao autarca apresentar o Mundial, que arranca a 11 de junho, como um evento com participação local e não apenas como uma oportunidade turística.
O modelo agora criado em Nova Iorque pode aumentar a pressão sobre outras cidades anfitriãs, como Los Angeles, Cidade do México ou Toronto, para negociarem acordos semelhantes, segundo a Forbes.
De acordo com os responsáveis envolvidos, o programa não será financiado com dinheiro público, evitando assim críticas sobre o uso de recursos dos contribuintes.
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