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A decisão judicial, tomada por três juízes, representou uma derrota política para o executivo, que pretendia classificar o movimento como organização proibida. Segundo o The Guardian, o tribunal concluiu que a medida era desproporcionada e não tinha base legal suficiente.

O caso foi apresentado por Huda Ammori, cofundadora do grupo, que contestou em tribunal os efeitos da proibição. No âmbito do processo, Sally Rooney entregou duas declarações como testemunha, citadas pelos advogados como prova do impacto negativo da medida na liberdade de expressão e criação artística.

Após a decisão, a autora dos romances Pessoas Normais e Conversas com Amigos afirmou que pretende utilizar receitas do seu trabalho para apoiar o movimento. A escritora já tinha cancelado uma deslocação ao Reino Unido para receber um prémio, alegando receio de ser detida devido à polémica em torno do grupo.

Em entrevista ao jornal britânico, a escritora declarou estar “muito satisfeita e encorajada” com a decisão, sublinhando que esta não representa apenas um triunfo para os apoiantes da causa palestiniana, mas também para a defesa das liberdades cívicas no Reino Unido.

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