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Os dados mostram um aumento de 15% em relação a 2025, altura em que se contabilizaram 80 mortes até ao final de julho.

“O valor de 2026 ultrapassa também o anterior máximo da série analisada, registado em 2022, com 88 mortes”, segundo o relatório.

Os números da FEPONS, divulgados pela RTP com recurso à Lusa, mostram que mais de dois terços das mortes aconteceram em rios e mar. Os rios continuam a ser o meio aquático com maior numero de mortes, com 35 casos, seguindo-se o mar, com 27.

Até 31 de julho, contabilizaram-se ainda seis mortes em barragens, seis em piscinas domésticas, cinco em poços, quatro em estradas inundadas, quatro em portos de abrigo, uma numa lagoa, uma numa piscina de aldeamento turístico, uma numa piscina pública, uma num tanque e uma numa vala.

Estes “dados demonstram, uma vez mais, que o risco de afogamento não se limita às praias marítimas, estando presente numa grande diversidade de meios aquáticos”, disse a FEPONS.

O Observatório do Afogamento foi criado pela Federação Portuguesa de Nadadores Salvadores para contabilizar as mortes por afogamento em Portugal.

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