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O primeiro-ministro afirmou que o Governo tem "colocado todas as capacidades, quer do perímetro público quer do perímetro privado e social, nos espaços onde os impactos foram mais significativos para acudir as situações mais urgentes" e para "repor a normalidade", como o abastecimento da água, luz e dos serviços essenciais.
Com o decreto do estado de calamidade, será possível "desenhar os mecanismos" para "colocar os trabalhos de recuperação no terreno" com "menos burocracia e mais rápido".
"Com isso (a situação de calamidade), não direi que elevámos nenhuma prontidão em termos de recursos e meios disponíveis, porque isso já estava a acontecer mesmo sem o decretar da situação de calamidade. O que começamos a desenhar são os mecanismos para, de uma forma mais célere, mais rápida, menos burocrática, podermos colocar todos os trabalhos de recuperação no terreno", explicou.
Luís Montenegro destacou, ainda, a "excelente cooperação" com os "agentes no terreno", sobretudo os presidentes de Câmara. "Estamos aqui no concelho cujo impacto foi mais sentido, mas sabemos bem que há dezenas de municípios que foram afetados", sublinhou.
"Não podemos estar em todo o lado, mas temos muitos membros do Governo destacados no terreno para fazer o levantamento dos prejuízos", afirmou.
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