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O fogo começou num dos quartos do lar, num curto circuito de um “colchão anti-escaras”, que tinha três utentes, que acabaram por morrer. Outros três, morreram devido à inalação de fumo e a problemas respiratórios, e deixou 25 feridos, confirmou Adérito Gomes, provedor da instituição à Lusa.
Apesar do Instituto da Segurança Social afirmar que o lar "cumpria o plano de segurança", o provedor Adérito Gomes, ao JN, admitiu que os alarmes de fumo não funcionaram e os vizinhos que socorreram as vítimas denunciaram falhas nos extintores. O lar também tinha menos funcionários ao serviço do que aqueles que a lei impõe, avança a mesma publicação.
Alguns utentes tiveram de ser transportados para os hospitais de Mirandela, Macedo de Cavaleiros e Bragança, disse à Lusa o provedor. Os restantes foram encaminhados para outros lares da instituição.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, em nota no site da presidência, deixou nota de pesar pelo acontecimento, desejando as melhoras aos feridos.
"O presidente falou com o Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Mirandela, apresentando as mais sentidas condolências aos familiares das vítimas do trágico incêndio no lar daquela instituição, estando a acompanhar a situação relativa aos idosos que ficaram feridos, esperando a sua rápida recuperação, e transmitindo a sua solidariedade e apoio neste momento de luto", lê-se na nota.
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