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Em resposta à Agência Lusa, o MP confirmou a abertura do inquérito, enquanto a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) instaurou igualmente uma investigação ao sucedido.
O caso ocorreu na Aldeia de Paio Pires, no distrito de Setúbal, quando o idoso contactou o INEM após sofrer uma queda. A ocorrência foi classificada como prioridade 3, o que previa uma resposta no prazo máximo de 60 minutos.
De acordo com a cronologia do caso, o primeiro contacto com o INEM foi feito às 11h20, mas a viatura médica só foi acionada às 14h09, quase três horas depois.
Na quarta-feira, o presidente do INEM, Luís Cabral, rejeitou responsabilidades do instituto, afirmando que a primeira tentativa de ativação de meios ocorreu 15 minutos após o contacto inicial, mas que não existiam ambulâncias disponíveis. O responsável atribuiu a demora à retenção de macas nos hospitais, que impede a libertação das ambulâncias para novas ocorrências, sobretudo na margem sul.
"A resposta do INEM foi dada dentro do prazo previsto. Fizemos a nossa primeira tentativa de ativação de meios, mas existe uma limitação muito significativa de ambulâncias", afirmou.
As conclusões das investigações do MP e da IGAS deverão agora apurar eventuais responsabilidades e esclarecer as circunstâncias da morte do utente.
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