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“Do ponto de vista dos princípios, do entendimento da função presidencial e dos aspetos fundamentais do nosso regime político, estou mais próximo de António José Seguro do que de André Ventura”, afirmou o professor universitário, em declarações à RTP. Poiares Maduro sublinhou que fala a título pessoal e não em representação do PSD nem da candidatura de Marques Mendes, compreendendo a opção do candidato social-democrata de não endossar votos.
Ainda assim, considerou que, também do ponto de vista estratégico do PSD, “é mais importante e melhor um Presidente como António José Seguro do que como André Ventura”. Segundo explicou, o líder do Chega tem como objetivo político “substituir o PSD na governação”, pelo que “não vejo que o PSD tenha interesse em alimentar essa aspiração”.
Poiares Maduro alertou ainda para o risco institucional que, na sua leitura, representaria uma eventual eleição de Ventura para Belém. “Ia tentar presidencializar o regime. Na medida em que o conseguisse, iria tentar governar a partir da Presidência”, afirmou.
Questionado sobre a posição do primeiro-ministro e líder do PSD, Luís Montenegro, considerou que “parece claro que não quis, neste momento, tomar posição”.
Apesar de integrar a estrutura da candidatura de Marques Mendes, Poiares Maduro não excluiu que o antigo líder do PSD possa vir a assumir uma posição pessoal mais à frente, embora sem qualquer indicação nesse sentido até ao momento.
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