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De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), sete distritos, Viseu, Porto, Vila Real, Viana do Castelo, Aveiro, Braga e Coimbra, estarão esta terça-feira sob aviso laranja devido à ocorrência de precipitação “persistente e por vezes forte”, entre as 6h00 e as 18h00.
Na quarta-feira, até às 18h00, Bragança, Viseu, Porto, Guarda, Vila Real, Setúbal, Santarém, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra, Portalegre e Braga passam a aviso amarelo de chuva.
O IPMA emitiu ainda avisos laranja de agitação marítima para os distritos do Porto, Viana do Castelo, Aveiro, Coimbra e Braga, válidos entre as 15h00 de quarta-feira e as 15h00 de quinta-feira, devido a ondas de noroeste com 5 a 6 metros de altura significativa, podendo atingir 11 metros de altura máxima. Após esse período, estes distritos passam a aviso amarelo até às 19h00 de quinta-feira. Beja, Leiria, Lisboa, Setúbal e Faro estarão também sob aviso amarelo de agitação marítima até essa hora.
Quanto ao vento, Bragança, Viseu, Porto, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Castelo Branco e Braga estarão sob aviso amarelo entre as 12h00 de quarta-feira e as 21h00 de quinta-feira.
A meteorologista Alexandra Fonseca, do IPMA, explicou à agência Lusa que, apesar da saída da depressão Marta, o território continental continua condicionado por novos sistemas depressionários a Norte do Atlântico, o que justifica a continuidade da instabilidade atmosférica e da precipitação intensa, em zonas onde já se verifica um excesso de acumulação de água.
Face ao agravamento das condições meteorológicas, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) voltou a recomendar à população que evite atividades junto ao mar e a linhas de água, que circule com especial cuidado em zonas arborizadas e que não atravesse áreas inundadas. Na estrada, é aconselhada uma condução defensiva, com redução da velocidade e atenção à formação de lençóis de água, devendo também ser evitado o estacionamento em locais habitualmente sujeitos a inundações.
A Agência Portuguesa do Ambiente alertou para uma “situação hidrológica potencialmente perigosa” nas bacias dos rios Mondego, Tejo, Sorraia e Sado, mantendo-se a monitorização da evolução dos caudais nos rios Vouga, Águeda, Lima, Cávado, Ave, Douro, Tâmega, Lis e Guadiana.
Desde 28 de janeiro, a passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta provocou a morte de 15 pessoas em Portugal, além de centenas de feridos e desalojados. Entre os principais danos registados contam-se a destruição parcial ou total de habitações e empresas, queda de árvores e estruturas, encerramento de estradas, escolas e serviços de transporte, bem como cortes no fornecimento de energia, água e comunicações.
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