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O apoio surge após a primeira volta, que colocou Seguro e André Ventura como os candidatos finalistas. O Livre justificou a escolha afirmando que a candidatura de Ventura representa um “risco sério para o Estado de Direito democrático”, devido à normalização de discursos de exclusão, à descredibilização das instituições e à incompatibilidade com princípios fundamentais da Constituição e dos direitos humanos.

Segundo o partido, apesar das diferenças políticas, António José Seguro apresenta um percurso de respeito pela Constituição, pelas instituições democráticas e pelo pluralismo político.

A decisão do Livre resultou de um processo interno que envolveu a auscultação de quase 1.800 membros e apoiantes – cerca de 40% do total do partido. Dos 1.797 que votaram, 1.779 optaram por apoiar Seguro, enquanto 18 votaram contra.

O Grupo de Contacto do partido recomendou unanimemente o apoio, que foi confirmado na Assembleia do Livre, também por unanimidade. A posição contou ainda com o apoio declarado de Jorge Pinto, candidato presidencial apoiado pelo partido na primeira volta, e dos co-porta-vozes Isabel Mendes Lopes e Rui Tavares.

O Livre sublinha que este apoio será assumido “de forma clara, preservando a sua autonomia política e a afirmação dos seus valores fundamentais”, que incluem a defesa da democracia, dos direitos fundamentais, da justiça social e da transição ecológica.

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