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O Estado-Maior do exército ucraniano revelou nas redes sociais, “as perdas totais em combate do inimigo, até 11 de fevereiro de 2026, ascendem a 1.249.380 militares”, incluindo 820 baixas registadas nas últimas 24 horas.
O mesmo balanço indica ainda que a Federação Russa terá perdido, desde o início do conflito, 11.661 carros de combate, 24.020 veículos blindados, 37.148 sistemas de artilharia, 435 aviões, 347 helicópteros, 28 navios e dois submarinos, acrescentando que “os dados continuam em atualização”.
As autoridades russas deixaram de divulgar estimativas regulares sobre perdas humanas e materiais no conflito, tornando impossível a verificação independente dos números apresentados por Kiev.
Na semana passada, o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que cerca de 55 mil militares ucranianos morreram em combate desde o início da guerra, entre mais de 100 mil vítimas mortais no total, incluindo civis, e além de “um grande número” de pessoas dadas como desaparecidas.
“Estamos a falar de dezenas de milhares de mortes, mais de 100 mil no total. Oficialmente, no campo de batalha, o número de soldados mortos, sejam militares de carreira ou pessoas mobilizadas, é de 55 mil. Há ainda um grande número de pessoas consideradas desaparecidas”, declarou Zelenski, em entrevista à estação televisiva France 2.
A guerra na Ucrânia, iniciada pela Rússia como uma “operação militar especial” com o objetivo declarado de “desmilitarizar e desnazificar” o país vizinho, prolonga-se há quase quatro anos, concentrando-se sobretudo nas regiões fronteiriças orientais e meridionais, após a anexação da península da Crimeia pela Rússia, em 2014.
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