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"Como o primeiro-ministro [Benjamin Netanyahu] e eu próprio afirmámos claramente, não nos retiraremos desta zona de segurança", termo pelo qual Israel designa a faixa territorial que ocupa no Sul do Líbano, afirmou Katz, citado numa nota informativa divulgada pelo seu gabinete.
"O Exército está aqui para proteger as localidades do norte" de Israel e "as suas próprias forças. Vamos limpar esta zona (...). Não nos retiraremos, em caso algum, das zonas de segurança: nem no Líbano, nem na Síria, nem em Gaza", insistiu.
As forças israelitas estão destacadas no sul do Líbano e prosseguem as suas operações numa faixa de cerca de 10 quilómetros no interior do país vizinho, ao longo da fronteira.
O Exército "está a destruir as infraestruturas subterrâneas" na zona e "todas as casas", afirmou ainda o ministro.
Israel e o Líbano, ainda tecnicamente em estado de guerra, assinaram um acordo-quadro no final de junho que prevê a mobilização do exército libanês no sul.
O entendimento prevê a criação de "zonas-piloto" no Sul do país, das quais os militares israelitas se devem retirar e entregar o seu controlo às forças regulares de Beirute, mas o compromisso firmado entre Telavive e Beirute conta com a oposição do grupo xiita Hezbollah. O movimento islamita, pró-iraniano, rejeita este acordo e recusa depor as armas.
Apesar de um cessar-fogo em vigor desde junho, Israel prossegue com ataques pontuais no Líbano.
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