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A tutela refere que, um mês após os dias de maior impacto das tempestades, foi possível repor a circulação na esmagadora maioria das situações, graças a um esforço operacional considerado excecional. No total, entre a rede rodoviária e ferroviária, foram registadas mais de 4.200 ocorrências, com uma média de cerca de 200 intervenções diárias no terreno.
As operações envolveram trabalhos contínuos de desobstrução de vias, reparação de infraestruturas, estabilização de taludes, reposição de sistemas de sinalização e garantia das condições de segurança e circulação. Para esse efeito, a Infraestruturas de Portugal mobilizou cerca de 2.000 operacionais, apoiados por 622 viaturas, 13 limpa-neves e 31 equipamentos ferroviários pesados, em articulação com as autarquias locais.
Para viabilizar os trabalhos de recuperação, o Governo autorizou, em Conselho de Ministros, uma verba extraordinária de 400 milhões de euros destinada à Infraestruturas de Portugal.
O Ministério destaca ainda o colapso da A1 na zona do viaduto de Casais, em Coimbra, cuja circulação foi restabelecida em 15 dias, na sequência de intervenções promovidas pela Brisa, com o apoio técnico do Laboratório Nacional de Engenharia Civil e do Instituto da Mobilidade e dos Transportes.
Na ferrovia, quase todas as situações estão igualmente resolvidas. Permanecem ainda condicionamentos na Linha do Oeste, a sul das Caldas da Rainha, e na Linha da Beira Baixa. No caso da Linha do Oeste, a circulação a norte das Caldas da Rainha e até Louriçal deverá ser retomada já na próxima segunda-feira.
Quanto à Linha da Beira Baixa, mantém-se interrompido o troço entre as estações de Mouriscas A e Rodão, devido a um deslizamento de talude de difícil resolução, causado pela proximidade da via férrea ao rio Tejo.
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