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Fonte do instituto adiantou esta sexta-feira à agência Lusa que este montante virá do Orçamento do Estado e não através da percentagem aplicada aos prémios de determinados seguros, atualmente definida em 2,5%, e que é a principal fonte de receita do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
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Segundo a mesma fonte, o reforço orçamental de 30 milhões de euros servirá para compensar o INEM pelos aumentos das verbas pagas aos corpos de bombeiros e à Cruz Vermelha — parceiros do Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM) — em 2025, mas também previstos para este ano.
Em causa está um subsídio mensal fixo para compensar a disponibilidade e os encargos com a tripulação de cada ambulância, chamadas de Postos de Emergência Médica (PEM), disponíveis 24 horas e que asseguram cerca de 90% do socorro pré-hospitalar prestado no país.
Em 2025, este subsídio aos bombeiros e à Cruz Vermelha passou de cerca de 6.690 euros para 8.760 euros por mês por cada ambulância, um acréscimo de despesa que o INEM não conseguiu acomodar com as verbas próprias até agora, referiu fonte do instituto.
Este ano, o valor do subsídio vai voltar a aumentar para os 10.800 euros mensais por cada uma das 520 ambulâncias que integram o SIEM, a partir de 01 de julho.
Além deste aumento, os restantes subsídios previstos nos protocolos estabelecidos com o INEM serão atualizados de acordo com a inflação, avançou o Ministério da Saúde no final de maio.
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