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A sinistralidade associada à micromobilidade tem vindo a aumentar de forma significativa. Até 2021, o número de acidentes mantinha-se relativamente estável, abaixo das 25 ocorrências anuais, mas em 2023 verificou-se um forte crescimento, com 547 acidentes, atingindo-se um pico em 2024, com 706 ocorrências. Só desde o início deste ano e até 28 de fevereiro foram contabilizados 72 acidentes.
No período entre 2019 e 2025, além das 10 mortes, metade das quais registadas em 2023, a GNR contabilizou ainda 88 feridos graves e 1.442 feridos ligeiros, número que atingiu o máximo em 2024, com 548 casos. O distrito de Setúbal foi o que registou mais vítimas mortais (três), enquanto Santarém concentrou o maior número de feridos graves, com 14.
A guarda aponta como principais causas destes acidentes a circulação em locais indevidos, como passeios, o desrespeito pela sinalização rodoviária e a não utilização de dispositivos de segurança e proteção. Perante este cenário, a GNR tem reforçado as ações de fiscalização e promovido campanhas de sensibilização dirigidas aos utilizadores de trotinetes elétricas.
Na nota divulgada, a GNR recorda que as trotinetes elétricas são equiparadas a velocípedes e que os seus condutores devem cumprir as regras do Código da Estrada. A força de segurança recomenda o uso de capacete, apesar de não ser obrigatório em todas as situações, bem como o uso de material retrorrefletor e a verificação da existência de luzes brancas à frente e vermelhas atrás. A circulação nos passeios é proibida, devendo ser utilizadas ciclovias ou, na sua ausência, a faixa de rodagem, sendo ainda aplicáveis aos condutores as mesmas taxas de álcool previstas para os automobilistas.
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