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Segundo a Guarda, a operação teve como objetivo detetar eventuais ilícitos e reforçar o sentimento de segurança junto da população. Durante a fiscalização, os militares abordaram indivíduos dedicados à apanha, transporte e comércio de amêijoa-japonesa (ruditapes philippinarum), tendo sido identificadas múltiplas irregularidades.
No total, foram elaborados 47 autos de contraordenação, dos quais:
- 28 ao Código da Estrada;
- 16 à legislação complementar;
- Dois por permanência ilegal em território nacional por mais de 30 dias;
- Um por transporte de amêijoa sem Documento de Registo de Moluscos Bivalves Vivos (DRMBV);
- E uma notificação para abandono voluntário (NAV) do território nacional.
Da operação resultou ainda a apreensão de 160,45 quilos de amêijoa-japonesa e dois veículos utilizados nas atividades fiscalizadas.
A GNR aproveitou para relembrar os riscos associados ao consumo de moluscos bivalves, alertando que “por se alimentarem por filtração da água, podem acumular microrganismos e substâncias químicas, refletindo o nível de contaminação microbiológica e de metais tóxicos das zonas onde se encontram”. A Guarda sublinha também a existência de “perigos químicos associados ao seu consumo, como as biotoxinas marinhas”, compostos tóxicos que podem causar intoxicações alimentares.
A operação contou com o reforço do Destacamento Territorial de Almada, do Destacamento de Trânsito (DT) de Setúbal e da Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras (UCCF).
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