Acompanhe toda a atualidade informativa em 24noticias.sapo.pt
A mulher de Miguel Arruda vai a julgamento por suspeitas de ter recebido e utilizado objetos alegadamente furtados, decisão tomada esta sexta-feira pelo juiz de instrução Nuno Dias Costa, do Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa.
Tanto o antigo deputado do Chega como a sua mulher tinham pedido a abertura de instrução, fase facultativa que antecede o julgamento e serve para avaliar a existência de indícios suficientes para avançar com a acusação. O tribunal rejeitou o pedido de Miguel Arruda e aceitou o da sua mulher, mas acabou por decidir levá-la a julgamento.
O juiz considerou totalmente infundados os argumentos apresentados pela defesa, que alegava nulidade do inquérito por não ter havido confronto com todos os factos da acusação, defendia que os mesmos não constituíam crime e questionava a validade do mandado de busca à habitação.
Na decisão, o magistrado entendeu que os factos descritos configuram crime, nomeadamente o de recetação, pelo qual a arguida está acusada.
Segundo a acusação, a mulher de Miguel Arruda terá recebido roupa e outros bens que sabia serem provenientes de furtos, alguns dos quais terão sido usados por si e outros colocados à venda.
Miguel Arruda está acusado de 21 crimes de furto qualificado, 20 na forma consumada e um na forma tentada, relacionados com alegados furtos de malas no aeroporto de Lisboa.
___
A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil
Com o lançamento da nova marca de informação 24notícias, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam: a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.
Assine a nova newsletter do 24notícias aqui.
Comentários