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Segundo a família, houve várias falhas graves no atendimento, incluindo excesso de sedação, negação de oxigénio, falta de vigilância médica e transporte inadequado dentro do hospital. Alegam que o excesso de sedação provocou uma paragem cardíaca e que a criança sofreu lesões cerebrais por falta de oxigénio. As acusações foram feitas publicamente pela cunhada de Adichie, a médica Anthea Nwandu, e constavam também de uma mensagem privada da escritora que acabou por ser divulgada online.
O hospital apresentou condolências à família, mas negou qualquer irregularidade, afirmando que o menino chegou em estado crítico após ter sido tratado noutros dois centros pediátricos e que os cuidados prestados seguiram protocolos clínicos e padrões médicos internacionais. Apesar disso, confirmou que está em curso uma investigação interna, refere a BBC.
As autoridades do estado de Lagos anunciaram igualmente uma investigação independente, sublinhando tolerância zero para negligência médica e garantindo que eventuais responsáveis serão responsabilizados.
Chimamanda Ngozi Adichie, de 48 anos, é uma das escritoras africanas mais reconhecidas internacionalmente. Nkanu era um dos seus filhos gémeos, nascidos por gestação de substituição em 2024.
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