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O engenho explosivo foi colocado junto à parede exterior do edifício escolar, localizado no bairro de Buitenveldert, no sul da cidade. A polícia abriu uma investigação e dispõe de imagens de videovigilância que mostram um homem a colocar o artefacto. Os danos materiais são considerados limitados.
“A polícia e os bombeiros chegaram rapidamente ao local”, indicou Femke Halsema, sublinhando que “uma escola deve ser um local onde as crianças possam aprender em total segurança”. A presidente da câmara alertou ainda para o aumento de episódios de antissemitismo na cidade, considerando-os “inaceitáveis”.
O primeiro-ministro dos Países Baixos, Rob Jetten, condenou o ataque numa mensagem publicada na rede social X. “O antissemitismo não tem lugar na Holanda”, afirmou, acrescentando que irá reunir-se com representantes da comunidade judaica para transmitir uma mensagem de apoio e segurança.
O incidente em Amesterdão surge poucos dias depois de explosões semelhantes registadas junto a sinagogas em Roterdão e em Liège, também durante a noite e sem vítimas. No caso de Roterdão, as autoridades anunciaram a detenção de quatro jovens suspeitos de envolvimento no ataque.
Esta sucessão de incidentes contra locais judaicos ocorre num contexto de forte tensão internacional, associado à guerra no Médio Oriente, e tem motivado condenações generalizadas por parte de responsáveis políticos nos Países Baixos e noutros países europeus.
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