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O tribunal criminal de Haut-Rhin, no leste de França, decidiu esta quinta-feira que existem provas suficientes para levar o ex-nadador a julgamento por violação e agressão sexual. A defesa tinha recorrido da acusação em maio de 2025, mas o recurso foi agora rejeitado.
Os factos remontam ao período entre janeiro e agosto de 2016, quando Agnel tinha 23 anos e a vítima era menor de idade. Os alegados crimes terão ocorrido em vários locais, nomeadamente em Mulhouse, cidade onde funcionava o clube Mulhouse Olympic Natation, mas também na Tailândia, durante estágios desportivos, e no Rio de Janeiro, à margem dos Jogos Olímpicos.
A investigação teve início no verão de 2021, depois de a jovem, também nadadora do clube na altura, ter apresentado queixa. Cinco meses mais tarde, a 11 de dezembro, Agnel foi formalmente constituído arguido.
Segundo a então procuradora pública, Edwige Roux-Morizot, o atleta “admitiu os atos de que foi acusado” após 48 horas sob custódia policial, embora tenha alegado “falhas de memória relativamente a algumas das violações”.
Atualmente com 33 anos, Yannick Agnel é uma das figuras mais marcantes da natação francesa, com dois ouros olímpicos conquistados em Londres 2012, nos 200 metros livres e na estafeta 4x100 metros, além de títulos mundiais nas mesmas provas no ano seguinte.
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