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O comandante do Comando Central das Forças Armadas dos EUA (CENTCOM), almirante Brad Cooper, declarou que as forças norte-americanas e israelitas atingiram cerca de 2.000 alvos em solo iraniano, conseguindo "degradar severamente as defesas aéreas do Irão" nas primeiras 100 horas de operações.
"Não vamos parar. Vamos continuar a conduzir operações dinâmicas direcionadas contra os lançadores móveis de mísseis balísticos para destruir aquilo que resta da capacidade de lançamento iraniana", afirmou o responsável militar.
Segundo Brad Cooper, uma operação num porto militar no sul do Irão permitiu afundar "toda a Marinha iraniana", com a destruição de 17 navios de guerra, incluindo aquele que descreveu como "o submarino mais operacional" de Teerão. "Hoje, não há um único navio iraniano a navegar no Golfo Arábico, no Estreito de Ormuz ou no Golfo de Omã", acrescentou.
O comandante do CENTCOM indicou ainda que, além de navios e centenas de mísseis balísticos, foram também destruídos numerosos drones iranianos. As operações envolvem o maior dispositivo militar norte-americano mobilizado na região "na última geração", incluindo bombardeiros estratégicos B-1, B-2 e, mais recentemente, B-52, utilizados em ataques a centros de comando e controlo das forças iranianas.
"A capacidade do Irão está a diminuir e a nossa capacidade está a aumentar", afirmou Brad Cooper, sublinhando a superioridade militar alcançada pelas forças dos EUA e dos seus aliados.
Em resposta à ofensiva, segundo o responsável, o Irão terá lançado cerca de 500 mísseis balísticos e 2.000 drones, atingindo "indiscriminadamente" alvos civis em Israel e em zonas onde estão posicionadas forças norte-americanas no Médio Oriente.
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