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O Irão iniciou um período oficial de 40 dias de luto após a morte do líder supremo, Ali Khamenei, morto nos ataques dos EUA e Israel, segundo meios de comunicação estatais iranianos, citados pelo Al Jazeera.
Além de Khamenei, os bombardeamentos de sábado terão causado a morte de altos responsáveis da segurança iraniana, bem como de familiares próximos do líder, incluindo uma filha, o genro e um neto, num dos golpes mais marcantes na liderança do país desde a Revolução Islâmica de 1979.
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, condenou o ataque, classificando-o como “um grande crime”, e decretou sete dias de feriado público, que se somam ao período de luto nacional.
Na capital, Teerão, foram registadas concentrações de população após o anúncio da morte do líder supremo, com a expectativa de cerimónias fúnebres e homenagens públicas, apesar de o país continuar sob bombardeamentos.
As autoridades preparam eventos religiosos e oficiais que deverão decorrer num contexto de elevada tensão e incerteza quanto à evolução do conflito.
Celebrações entre opositores dentro e fora do Irão
Em contraste com o ambiente de luto oficial, surgiram relatos de celebrações promovidas por opositores ao regime, como escreve a CNN. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram buzinas, fogo de artifício e aplausos em algumas ruas de Teerão e de outras cidades iranianas, onde grupos saíram à rua após a divulgação da notícia.
Reações semelhantes foram observadas na diáspora iraniana. No bairro de Finchley, no norte de Londres, uma zona com forte presença da comunidade iraniana, uma das principais avenidas transformou-se numa celebração improvisada. Carros desfilaram a buzinar, com música alta e bandeiras associadas à antiga monarquia iraniana, enquanto participantes distribuíam doces e brindavam com champanhe.
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