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Durante décadas, falar do Douro era falar de tintos intensos e de Vinho do Porto. Mas a região está a escrever um novo capítulo e os vinhos brancos começam agora a conquistar protagonismo. É neste movimento de transformação que surge o Costa Boal Branco 2025, uma nova referência da Costa Boal Family Estates que pretende mostrar um Douro diferente: mais fresco, elegante e preparado para acompanhar a gastronomia contemporânea.
Produzido a 550 metros de altitude, nas vinhas que rodeiam o futuro projeto de enoturismo da marca, na Quinta de Arufe, em Favaios, o vinho nasce de um território marcado pelos solos de transição entre o xisto e o granito e pelas grandes amplitudes térmicas, condições que permitem preservar a frescura natural das uvas.
“O vinho nunca vive apenas dentro da garrafa. Vive na paisagem onde nasce, no trabalho das pessoas que cuidam das vinhas e na identidade do território. Foi essa ligação ao Douro que procurámos traduzir nesta nova colheita”, afirma António Boal, CEO e produtor da Costa Boal Family Estates.
A nova colheita resulta de uma combinação de quatro castas tradicionais da região: Moscatel Galego, Viosinho, Gouveio e Rabigato. Cada uma contribui para um perfil próprio: o Moscatel Galego acrescenta intensidade aromática e acidez, o Viosinho dá estrutura e elegância, o Gouveio reforça a frescura e as notas cítricas, enquanto o Rabigato oferece mineralidade e persistência.
As uvas foram selecionadas manualmente e o processo de produção segue a filosofia de mínima intervenção em adega, com prensagem suave e fermentação a temperatura controlada para preservar a identidade das castas e do local onde nasceram.
“O maior desafio foi respeitar aquilo que a natureza nos ofereceu. Procurámos um vinho onde maturação, acidez e frescura coexistissem em equilíbrio, permitindo que o consumidor reconheça o caráter do Douro em cada copo”, explica António Boal.
A aposta da marca acompanha uma tendência crescente no Douro, onde produtores procuram explorar novas expressões da região para além dos tradicionais vinhos tintos. A altitude e a escolha de castas históricas têm permitido criar brancos com maior frescura, equilíbrio e capacidade de envelhecimento.
Pensado tanto para consumo a solo como para acompanhar refeições, o Costa Boal Branco 2025 apresenta-se como uma opção para pratos como marisco, peixe grelhado, bacalhau, sushi, carnes brancas e queijos de pasta mole, devendo ser servido entre os 10 e os 12 graus.
Com um preço recomendado de 10 euros, a nova colheita pretende aproximar vinhos de identidade duriense de um público mais alargado, mantendo a ligação ao território e à tradição vitivinícola da região.
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