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Segundo a GNR, os militares detetaram os suspeitos a caçar numa área de refúgio e área de proteção, devidamente sinalizada como terreno não cinegético, locais onde a caça é expressamente interditada pelas normas em vigor.

Segundo o comunicado enviado às redações, durante a operação foram apreendidas duas armas de fogo e 26 munições. Os dois detidos foram constituídos arguidos, tendo os factos sido remetidos ao Tribunal Judicial de Vila Flor.

A Guarda recorda que as áreas de proteção existem para garantir a segurança de pessoas e bens, sendo zonas onde a prática da caça representa riscos significativos ou possibilidade de causar danos materiais. Entre estes locais estão as praias de banho e zonas adjacentes; proximidades de escolas, hospitais, lares, prisões, instalações militares e outros serviços sensíveis; infraestruturas como faróis, aeroportos, portos, parques de campismo, áreas turísticas ou desportivas; instalações industriais e de criação animal, com faixas de proteção de 500 metros; povoados, com áreas de segurança de 250 metros e estradas nacionais, IP, IC, autoestradas, vias regionais e linhas ferroviárias, com faixas de proteção de 100 metros.

A GNR reforça que o cumprimento destas regras é essencial para assegurar a segurança pública, a proteção ambiental e o bem-estar das populações.

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