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Menos de duas semanas depois do fogo no bar Le Constellation, que provocou 40 mortos e 116 feridos, os organizadores reafirmaram que o município continua a ser um local-chave no plano para a realização dos Jogos dentro de 12 anos. A tragédia abalou profundamente a região, mas não alterou, para já, a estratégia olímpica, revela o The Guardian.
Entretanto, as autoridades judiciais avançaram que o proprietário do bar e a sua esposa enfrentam várias acusações potenciais, incluindo a de “homicídio por negligência”. De acordo com a investigação preliminar, o incêndio terá começado na cave, quando faíscas de velas de faísca entraram em contacto com espuma instalada no tecto, material altamente inflamável.
A Suíça recebeu estatuto privilegiado do Comité Olímpico Internacional (COI), o que significa que nenhum outro país poderá apresentar candidatura enquanto o projeto estiver em fase de consolidação. Salvo desenvolvimentos inesperados, o país deverá assim ser confirmado como anfitrião dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2038.
Os organizadores explicaram que a proposta prevê a distribuição das competições por várias regiões do país, evitando grandes investimentos em novas infraestruturas e reduzindo os custos para os contribuintes. Neste contexto, Crans-Montana surge como uma das sedes naturais, graças à sua tradição e às condições já existentes.
A escolha não é totalmente surpreendente. A estância irá acolher os Campeonatos do Mundo de Esqui Alpino no próximo ano e receberá provas da Taça do Mundo dentro de três semanas, antes dos Jogos Olímpicos de Milão-Cortina, em 2026.
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