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Num balanço feito pelas 09h00, o dirigente sindical afirmou que os dados recolhidos durante a noite demonstram uma elevada participação na paralisação convocada contra a reforma do pacote laboral.
Segundo Tiago Oliveira, os hospitais e unidades locais de saúde estão a funcionar apenas com serviços mínimos, enquanto a recolha de resíduos sólidos urbanos regista adesão total na maioria dos distritos. O responsável destacou ainda o encerramento dos portos de Setúbal e de Sines e uma forte adesão à greve nos transportes, incluindo o Metro de Lisboa, a Transtejo/Soflusa, a CP e o setor aéreo.
A CGTP sublinha igualmente o impacto da paralisação na indústria, referindo que várias empresas registam adesão de 100% ou têm a produção suspensa.
O secretário-geral da central sindical manifestou a expectativa de que a mobilização dos trabalhadores contribua para travar o pacote laboral proposto pelo Governo, que classificou como um conjunto de medidas que afetam profundamente os trabalhadores.
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